quinta-feira, abril 16

Antes e Depois

Queria jogar video-game, acordei ontem com uma vontade furiosa de jogar video-game. Mas aí comecei a escrever num blog, no outro e já sabem né, vídeo-game se tornou apenas uma vontade roendo meu espírito, azar.

Bruninha andou viajando e ganhou um apelido: bêbada. Ele bebeu demais na viagem? Não. Mas toda santa foto que bateram dela... Já sabem, lá estava a garrafinha, ornamental.

Até porque, como já disse antes, o alcoolismo é um estado de espírito muito antes de biológico. A garrafa é um simbolo, um ícone, uma bandeira sobre a qual nos reunimos. Por isso que bruninha, mesmo que inteiramente sóbria durante toda a viagem, preservou-se perto da garrafa, para nos inspirar a todos. Temos que admitir, que bruninha, viajando o tanto que viaja (em ambos os sentidos) e galega, dos cabelos encaracolados, o 'leãozinho' do veloso é uma verdadeira musa. Sem falar de sua voz, linda quanto canta, engraçadíssima no Jiglypuf.

O que é o Jiglypuf? Um pokémon, logicamente. Para quem assistiu, um pokémon com o poder de adormecer os outros com seu canto, e foi assim que mazelados pela madrugada ardente ouvindo uma música em francês linda que tenho certeza que bruninha terá a bondade de dizer qual foi depois aqui no blog nós - Eu, Lis, Dandara, e Bruninha - inventamos o 'Jinkalinka back'n vocals' coro de back vocal que sintoniza qualquer melodia com o 'jinkaalinka, jinkalin...iinka' enobrecendo a música como um todo.

Falando nisso, as primeiras considerações do chamado ratônico. Como era de praxe, quase que estrago tudo mergulhando na piscina e gritando como um louco. Mil perdões pela milésima vez.

Tulinho fazia aniversário na semana seguinte e decidimos dar uma festa surpresa, assim que cheguei estavam todos enchendo bexiguinhas rosa e dispondo chapéu cônicos do Herby, o fusquinha, para que entrássemos no clima de festa, realmente a cara de Tulinho, inclusive para deixar claro meu ponto, decidi fazer um antes de depois, para explicar ao leitor o que os vinte anos podem fazer à uma pessoa:

Antes


Depois


Espero ser perdoado por isso, mas uma imagem vale por mil palavras. Como dizia, queria mesmo ter enchido a piscina de balões rosa, mas infelizmente não tive tempo. O bolo, por outro lado, estava delicioso, parabéns as cozinheiras. Por isso que eu sempre digo, lugar de mulher é na cozinha. Se eu e Onirê tivéssemos cozinhado o bolo, por exemplo, alguém conseguiria comê-lo? Não sei das destrezas culinárias de Onirê, é verdade, mas tenho as sutil suspeita que se cozinhássemos algo o resultado ficaria entre coriza e o esmalte.

Onirê tentou algumas frases de efeito mas não estava bêbado o suficiente, e quando finalmente atingiu o nirvana do rato, quem estava bêbado o suficiente era eu, então infelizmente não posso agora reproduzir sua sabedoria. Ele deveria andar com um linotipista atrás dele, registrando tudo que ele fala.

Por hora é só. Mas passagens do chamado ratônico no próximo capítulo. Não percam.

3 comentários:

Bruna Barros disse...

onirê falou ontem algo genial a respeito de três artistas bêbados e arte enquanto jogávamos need for speed underground em pleno extra umas dez da noite.
não conseguimos anotar, mais uma filosofia perdida...

ah, e em relação à garrafinha sempre junto, é de praxe, tem que estar lá sempre =D

Bruna Barros disse...

Ah, a música do Jiglypuff não é em francês, é em inglês mesmo.
Nicest Thing da Kate Nash =D

Anônimo disse...

Ah, eu falei fisolofias ratônicas sim!! Eu só não consigo falá-las quando pedem. Elas simplesmente saem, assim como os ratos seguem seu caminho sem temer o que vem pela frente. =PP