Uia, quanto tempo que não escrevo aqui. Primeiro espero com todas as forças aqui no blog uma "crônica dos brothers" escrita por Túlio Albuquerque, com muita idealização do Túlio, o primeiro romântico do novo século.
Falando no novo século, festival do Palco Giratório acontecendo na cidade com muitas apresentações de tudo cunté tipo de coisa, o link para a programação é esse:
http://www.sesc-pe.com.br/palco_2009/index.asp
Confiram. Falando no palco vou falar também da politicagem que invade e corrompe a arte, que só é pura enquanto é pobre. A peça de estréia foi "Castanha sua cor", do grupo Grial Recife, que nunca ouvi falar antes, dito dança contemporânea, dirigido por Maria Paula Costa Rêgo e Eric Valença, com uma mulher chamada Maria Paula no elenco, que nunca ouvi falar, ignorância minha, claro. Música de Helder vasconcelos e Direção de arte de Dantas Suassuna.
Quanto ao espetáculo, é uma porcaria. O que me faz conjecturar que as celebridades na produção são as responsáveis pela blindagem do espetáculo à curadoria do palco giratório, de qualidade incontestável, ou talvez cujo único fraco seja a política, câncer da humanidade.
Maria Paula, seja ela quem for, é uma bailarina gorda, caucasiana e despreparada, cujo corpo não responde com a prontidão e energia necessárias a quem se diz uma bailarina, e sua exposição no palco foi, por baixo, vergonhosa. Além, seu figurino era sumário da cintura para baixo, o que apenas ressaltava sua inconsciência corporal.
Não estou dizendo que os bailarinos devem ser todos magros e músculosos, mas devem, e é sim dever de qualquer bailarino, assim como é dever do ator representar com verdade, ser cônscio do próprio corpo, não são as celulites da bailarina que são feias, é ela fingir que não as tem e querer agir como se não as tivesse. Se o corpo dela tem limitações, como o de todo mundo, ela deveria, óbvio, usar essas limitações, pois ao ignorá-las, elas a traem.
Sem falar que esses espetáculos contemporâneos sempre correm o risco de serem 'esquisitos' e esse foi, uma amiga minha saiu dizendo "me senti burra, não entendi nada", e não é pela falta de conhecimento do público, é pela má organização do espetáculo; que não precisa ser verborrágico, mas deve, no mínimo, ser claro e verdadeiro em seus signos, e eles passaram longe disso.
Quem salvou meu tédio foi Sebastião Martelo, mestre de cavalo marinho que fazia ele mesmo mas fazia muito bem e foi ovacionado da maneira correta, em contraponto à bailarina, que se recebeu duas palmas deveria dormir feliz.
Falando no novo século, festival do Palco Giratório acontecendo na cidade com muitas apresentações de tudo cunté tipo de coisa, o link para a programação é esse:
http://www.sesc-pe.com.br/palco_2009/index.asp
Confiram. Falando no palco vou falar também da politicagem que invade e corrompe a arte, que só é pura enquanto é pobre. A peça de estréia foi "Castanha sua cor", do grupo Grial Recife, que nunca ouvi falar antes, dito dança contemporânea, dirigido por Maria Paula Costa Rêgo e Eric Valença, com uma mulher chamada Maria Paula no elenco, que nunca ouvi falar, ignorância minha, claro. Música de Helder vasconcelos e Direção de arte de Dantas Suassuna.
Quanto ao espetáculo, é uma porcaria. O que me faz conjecturar que as celebridades na produção são as responsáveis pela blindagem do espetáculo à curadoria do palco giratório, de qualidade incontestável, ou talvez cujo único fraco seja a política, câncer da humanidade.
Maria Paula, seja ela quem for, é uma bailarina gorda, caucasiana e despreparada, cujo corpo não responde com a prontidão e energia necessárias a quem se diz uma bailarina, e sua exposição no palco foi, por baixo, vergonhosa. Além, seu figurino era sumário da cintura para baixo, o que apenas ressaltava sua inconsciência corporal.
Não estou dizendo que os bailarinos devem ser todos magros e músculosos, mas devem, e é sim dever de qualquer bailarino, assim como é dever do ator representar com verdade, ser cônscio do próprio corpo, não são as celulites da bailarina que são feias, é ela fingir que não as tem e querer agir como se não as tivesse. Se o corpo dela tem limitações, como o de todo mundo, ela deveria, óbvio, usar essas limitações, pois ao ignorá-las, elas a traem.
Sem falar que esses espetáculos contemporâneos sempre correm o risco de serem 'esquisitos' e esse foi, uma amiga minha saiu dizendo "me senti burra, não entendi nada", e não é pela falta de conhecimento do público, é pela má organização do espetáculo; que não precisa ser verborrágico, mas deve, no mínimo, ser claro e verdadeiro em seus signos, e eles passaram longe disso.
Quem salvou meu tédio foi Sebastião Martelo, mestre de cavalo marinho que fazia ele mesmo mas fazia muito bem e foi ovacionado da maneira correta, em contraponto à bailarina, que se recebeu duas palmas deveria dormir feliz.
2 comentários:
ai minha dança
Querido, sinto a sua falta! :D
E do corpo da bailarina *pensa*
beijos :*
Postar um comentário