O tambor da tribo não pára
Nem coa novena do padre
Nem na Andaluza mortalha
Verde e rubro estandarte
Na ilha da Santa Cruzada
Mataram Tupã sem alarde
Muraram a'mplidão de sua casa
O tambor da tribo não pára
Nem com o Pêlo do escambo
Além, muito além da lei Áurea
Chegaram batuques de Congo
Romperam correntes e jaulas
Nos chama às armas de Xangô
Acende ao som da senzala
O tambor da tribo não pára
Punks cult anarco bambas
Os becos são novas senzalas
Olinda tem roda de samba
Que quebra nas moças de Barra
Nas praias de Porto balança
A chapa é quente e escalda
O tambor da tribo da pára
terça-feira, dezembro 15
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Um comentário:
Não para!!!
:*
te amo!
Postar um comentário